Democracia, arte y memoria

resistencia y cultura visual en América Latina

Autores/as

  • Priscila Arantes Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.29147/datjournal.v11i2.1177

Palabras clave:

Democracia, Memoria, Contraarchivo, Archivo vivo, Arte contemporáneo

Resumen

El artículo analiza las relaciones entre democracia, arte y memoria a partir de prácticas artísticas y curatoriales latinoamericanas que enfrentan los procesos de borramiento producidos por las dictaduras militares, el colonialismo y las formas contemporáneas de violencia política. En diálogo con las reflexiones de Marilena Chauí sobre cultura y democracia, con las formulaciones de Leda Maria Martins acerca de la memoria encarnada y con la noción de democracia como comunidad de vida desarrollada por Achille Mbembe, el texto propone comprender el arte contemporáneo como una práctica de contraarchivo y de activación de archivos vivos. A través del análisis de exposiciones, videoinstalaciones, performances, documentos, imágenes operativas y proyectos en red, el artículo investiga cómo artistas latinoamericanos movilizan archivos, testimonios, corporalidades y fabulaciones críticas para reinscribir memorias silenciadas y disputar narrativas históricas en el espacio público.

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Biografía del autor/a

Priscila Arantes, Universidade de São Paulo

Priscila Arantes é crítica de arte, curadora, pesquisadora, gestora cultural e professora universitária. Professora do PPG em Design e do Departamento de Artes da PUC-SP, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Arte e Práticas Culturais na mesma instituição. Atuou como diretora artística e curadora-chefe do Paço das Artes por 13 anos e como diretora-adjunta e curadora do MIS-SP. É autora de livros sobre arte, mídia e cultura contemporânea, entre eles Arte@Mídia e Reescrituras da Arte Contemporânea. Foi pesquisadora colaboradora do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (2021–2024), onde atuou na curadoria da exposição de longa duração Tempos Fraturados. Recebeu bolsas e prêmios da Getty Foundation, Society for Latin American Studies, Prêmio ABCA 2026 e finalista do 48 Premio Jabuti.

Citas

ARANTES, Priscila. Arquivos, Datasets e colonialismo de dados: memória, poder e a arte de contra-arquivar. In. Eduardo Costa (org). Passados e Acervos: do analógico ao digital. 1ed. Vitória: Antíoteses, 2025.

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Publicado

2026-08-28

Cómo citar

Arantes, P. (2026). Democracia, arte y memoria: resistencia y cultura visual en América Latina. DAT Journal, 11(2), 4–15. https://doi.org/10.29147/datjournal.v11i2.1177